quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015


10 brincadeiras para experimentar com as turmas da creche e da pré-escola. 

A educadora Dalila Jucá, coordenadora pedagógica do CEI Almerinda de Albuquerque, em Fortaleza, escreveu dois livros com sugestões de jogos para brincar com os alunos da creche e da pré-escola. Tudo pode ser feito sem muitos recursos e em espaços pequenos. Para nenhuma criança ficar de fora da diversão. A seguir, você confere as regras de 10 brincadeiras.




Cauda do Dragão
Material necessário 
Nenhum.

Desenvolvimento

Todos os participantes ficam em pé, em uma fila indiana com as mãos na cintura um do outro, formando um dragão. O primeiro integrante da fila, representando a cabeça do dragão, terá como objetivo pegar o último da fila, que representará a cauda. Ao sinal do educador, o "dragão" passará a se movimentar, correndo moderadamente, sob o comando da cabeça que tentará pegar a cauda. Esta, por sua vez, fará movimentos no sentido de evitar que isso aconteça. A brincadeira continuará enquanto durar o interesse das crianças.

1.Brincadeira 1: Cauda do Dragão

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Volta às aulas


O retorno à rotina escolar merece atenção tanto no planejamento e organização das diretrizes quanto na produção das atividades para os alunos. Propicie um retorno agradável aos que voltam das férias e uma boa recepção aos que iniciam a vida escolar.
Por Sâmia Gabriela Teixeira 


A volta às aulas transforma a vida não só de alunos e professores, como também dos pais. Alguém duvida? Os pais normalmente sentem dificuldade ao lidar com o afastamento do filho que inicia sua vivência escolar, os professores se preocupam com o planejamento e sucesso desse momento, e as crianças sentem a ansiedade do primeiro dia ou do retorno à escola. A inquietação que move a volta às aulas deve ser, na verdade, uma fase feliz para que os envolvidos sintam-se bem e aproveitem o início de mais um ano letivo. Para isso, o preparo de um retorno agradável começa muito antes, a partir de procedimentos internos e metodologias pedagógicas específicas de casa escola. A pedagoga Gisele Lemos, da Escola Bloom de Educação Infantil, do Rio de Janeiro (RJ), explica como planeja o acolhimento dos alunos que retornam das férias ou ainda dos que iniciam os estudos: “Os professores participam de dinâmicas de grupo assim como da realização de um brainstorming, conhecido como ‘tempestade de ideias’. Essa interação, que deve ser realizada com a equipe da escola, é importante para compartilhar a criatividade entre todos os funcionários”.

De acordo com Gisele, o professor que participa dessas reuniões “estabelece os conteúdos e regras, troca experiências profissionais, interage com outros docentes e, principalmente, cria melhores projetos e atividades para o mês de trabalho ou planejamento anual de atividades”.

Procedimentos práticos

Além das dinâmicas em grupo com a equipe da escola, organizar materiais e conteúdo educacional previamente garante mais eficiência no momento de receber os alunos. Marcella Naressi, coordenadora pedagógica da Escola Espaço Aberto, de São Paulo (SP), sugere que algumas tarefas sejam cumpridas antes mesmo das aulas iniciarem, para que os professores sintam-se seguros e possam passar a mesma sensação às crianças. “Separe materiais como massinha, palito, papeis variados, argila, pedaços de tecido e brinquedos. É importante também preparar um bom acervo de brincadeiras, cantigas de roda e histórias, de acordo com a faixa etária dos alunos, e estudar o perfil das crianças que já estudam na escola, tendo como base informações da família ou a partir de registros dos anos anteriores feitos pela escola ou anotados em reuniões de pais”, explica Marcella.
A primeira semana de aula deve proporcionar aos alunos o acolhimento necessário para que se sintam à vontade no decorrer do período letivo. Patrícia Marques, coordenadora pedagógica do CEI Vila Nova Curuçá, de São Paulo (SP), afirma que a elaboração cuidadosa dos primeiros contatos com os alunos oferece cooperação e autoconhecimento da turma e dos professores. “Geralmente os alunos menores sentem-se muito inseguros com a troca de sala e de professor, por isso é importante que haja paciência, carisma e estabelecimento de regras e limites. Essa não é uma atitude negativa, pois faz com que os alunos respeitem o ambiente, o professor e seus amigos”, diz Patrícia.

Dias de adaptação

A primeira semana de aula deve proporcionar aos alunos o acolhimento necessário para que se sintam à vontade no decorrer do período letivo. Patrícia Marques, coordenadora pedagógica do CEI Vila Nova Curuçá, de São Paulo (SP), afirma que a elaboração cuidadosa dos primeiros contatos com os alunos oferece cooperação e autoconhecimento da turma e dos professores. “Geralmente os alunos menores sentem-se muito inseguros com a troca de sala e de professor, por isso é importante que haja paciência, carisma e estabelecimento de regras e limites. Essa não é uma atitude negativa, pois faz com que os alunos respeitem o ambiente, o professor e seus amigos”, diz Patrícia.






A Importância do Brincar

https://www.youtube.com/watch?v=n_dvIjtz_Rg

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015



Por que brincar é importante para as crianças pequenas






Estudos, pesquisas e livros são boas fontes não só para compreender a relevância do brincar como também para proporcioná-lo às crianças. Mergulhe fundo neles!



Brincar é importante para os pequenos e disso você tem certeza. Mas por quê? Sem essa resposta, fica difícil desenvolver um bom trabalho com as turmas de creche e de pré-escola, não é mesmo? Se essa inquietação faz parte do seu dia a dia, sinta-se convidado a estudar o tema. Ele rende pano para manga desde muito, muito tempo atrás. "Os primeiros questionamentos sobre o brincar não estavam relacionados a jogos, brinquedos e brincadeiras, mas focavam a cultura", diz Clélia Cortez, formadora do Instituto Avisa Lá, em São Paulo. 
No fim do século 19, o psicólogo e filósofo francês Henri Wallon (1879-1962), o biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980) e o psicólogo bielo-russo Lev Vygotsky (1896-1934) buscavam compreender como os pequenos se relacionavam com o mundo e como produziam cultura. Até então, a concepção dominante era de que eles não faziam isso. "Investigando essa faceta do universo infantil, eles concluíram que boa parte da comunicação das crianças com o ambiente se dá por meio da brincadeira e que é dessa maneira que elas se expressam culturalmente", explica Clélia.


Wallon foi o primeiro a quebrar os paradigmas da época ao dizer que a aprendizagem não depende apenas do ensino de conteúdos: para que ela ocorra, são necessários afeto e movimento também. Ele afirmava que é preciso ficar atento aos interesses dos pequenos e deixá-los se deslocar livremente para que façam descobertas. Levando em conta que as escolas davam muita importância à inteligência e ao desempenho, propôs que considerassem o ser humano de modo integral. Isso significa introduzir na rotina atividades diversificadas, como jogos. Preocupado com o caráter utilitarista do ensino, Wallon pontuou que a diversão deve ter fins em si mesma, possibilitando às crianças o despertar de capacidades, como a articulação com os colegas, sem preocupações didáticas. 

Já Piaget, focado no que os pequenos pensam sobre tempo, espaço e movimento, estudou como diferem as características do brincar de acordo com as faixas etárias. Ele descobriu que, enquanto os menores fazem descobertas com experimentações e atividades repetitivas, os maiores lidam com o desafio de compreender o outro e traçar regras comuns para as brincadeiras. 

As pesquisas de Vygotsky apontaram que a produção de cultura depende de processos interpessoais. Ou seja, não cabe apenas ao desenvolvimento de um indivíduo, mas às relações dentro de um grupo. Por isso, destacou a importância do professor como mediador e responsável por ampliar o repertório cultural das crianças. Consciente de que elas se comunicam pelo brincar, Vygotsky considerou uma intervenção positiva a apresentação de novas brincadeiras e de instrumentos para enriquecê-las. Ele afirmava que um importante papel da escola é desenvolver a autonomia da turma. E, para ele, esse processo depende de intervenções que coloquem elementos desafiadores nas atividades, possibilitando aos pequenos desenvolver essa habilidade.









quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Sugestão de brincadeira para crianças de 3 - 4 anos (fácil, barata e div...

Sugestão de brincadeira.

Quem sou eu?

www.aprendendo-e-brincando.blospot.com


Olá!Eu sou Cacielba Soares B. da Cruz, leciono na Prefeitura Municipal de São Paulo. Sou formada em Letras e Pedagogia. Iniciei a minha carreira de Magistério na minha cidade natal - Lagoa D’anta - RN, desde 2001, como professora de ensino Fundamental e Médio. Gosto do que faço, e me sinto realizada em minha profissão.Estou atuando na Educação Infantil – CEI. Como educadora percebo a necessidade de poder oferecer a comunidade escolar, colegas e todo profissional que esteja aberto e disponível a troca de experiências, compartilhando momentos de brincadeiras, aprendizagens, por meio de links, fotos, ilustrações, vídeos, como também divulgar atividades e projetos realizados, reuniões, entre outros.